quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Orgulho: Fotógrafo areiabranquense expõe no museu mais famoso do mundo

Allysson Gideony é filho do casal Aurea Fernandes e o empresário Alderi Marcedo.
Graduado em direito por profissão, fotógrafo por vocação. Assim pode-se definir o fotógrafo autodidata Allysson Gideony, natural de Areia Branca (RN), que descobriu o mundo através das lentes há pouco mais de cinco anos e, neste curto intervalo, já ganhou visibilidade internacional. Descoberto por Diva Pavesi, presidente da Divine Académie Française des Arts Lettres e Culture, ele se prepara para desembarcar, em outubro, numa viagem especial. Em Paris, um dos destinos mais badalados do cenário cultural mundial, ele fará sua primeira exposição, no museu que é consagrado em todo o planeta, o Louvre.
A exposição Le Corrousel, que acontece anualmente, ocorrerá entre os dias 21 e 23 de outubro, no salão “Art Shopping”, e contará com duas fotos de Allysson Gideony. As imagens retratam o litoral potiguar e foram selecionadas pela curadora Diva Pavesi. Para chegar até o Louvre, o fotógrafo contou com a ajuda indireta das redes sociais. “Sou autodidata. Adoro fotografar, principalmente, cenários e paisagens. Todas as minhas fotos, coloco no meu Facebook. Diva me encontrou por meio dessa divulgação e entrou em contato comigo. Na hora, não acreditei. Conhecia já a grande importância do nome dela no cenário da fotografia. Fui pego de surpresa”, esclarece Allysson.
O primeiro convite feito ao fotógrafo potiguar foi para ele participar do livro “O Brasil Visto pelos Brasileiros”, que será lançado também em Paris, no dia 19 de outubro, em um jantar de gala no George V, e contará também com a participação de Allyson. Nesta noite, o potiguar que será consagrado como Embaixador da Academia Francesa de Artes. O livro, que só será comercializado a partir de fevereiro de 2017, traz imagens de 30 fotógrafos brasileiros, contemplando todas as regiões do país. A princípio, Allysson Gideony deveria enviar dez imagens, para Diva selecionar duas. Mas, a escolha acabou sendo por oito imagens, duas das quais ficarão expostas no Louvre.
“Jamais acreditei que as fotos que fazia como hobby chegariam ao principal cenário cultural do mundo. Estou sempre pesquisando técnicas e aprimorando a minha arte. Acredito que estou no caminho certo. Agora, com essa oportunidade, quero que cada vez mais as pessoas vejam a fotografia não apenas como um registro, mas uma arte para ser, de fato, eternizada”, disse.
Fonte: Novo Jornal

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